Cuidado! Carrapato da capivara traz riscos a população

Cuidado! Carrapato da capivara traz riscos a população

O tema é oportuno e tem despertado interesse da população uma vez que na cidade de Campo Grande, MS, existem parques com trânsito de animais silvestres, potenciais hospedeiros de carrapatos, como a capivara. O contato com esses animais ou mesmo transitando nos locais onde eles habitam, a pessoa pode ser picada por um carrapato infectado e contrair a Febre Maculosa Brasileira, uma doença infecciosa de gravidade variável.

Os especialistas Marcos Garcia e Leandro Higa, orientados do pesquisador Renato Andreotti, da Embrapa, vão falar de prevenção da Febre Maculosa Brasileira, sintomas da doença, explicar o ciclo de vida do carrapato, as espécies de carrapatos mais comuns que transmitem a doença, além de uma série de recomendações para que a população não corra risco de ser picada. “A pessoa pode contrair a Febre Maculosa Brasileira se for picada por larvas, ninfas ou “micuins” adultos infectados com bactérias do gênero Ricketsia ricketsii”,explica Andreotti – especialista em carrapatos. Ele esclarece que a doença é facilmente tratada quando diagnosticada no início. Ainda, segundo Andreotti, no Mato Grosso do Sul, o carrapato da capivara, conhecido como Estrela (Amblyomma sculptum) pode ser encontrado na grama, em arbustos, em parques, trilhas, matas e locais onde há presença de animais silvestres.

“As pessoas devem se prevenir para não se infectarem”, alerta o pesquisador. “Como o risco maior da transmissão da febre maculosa brasileira está relacionado com as larvas e ninfas, nesse período – de julho a novembro – a população deve tomar cuidado com as ninfas”.

 

Fonte: Pragas e Eventos

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